A Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, considerada a maior do mundo, chega à sua 29ª edição neste domingo (22) e terá o tema do envelhecimento sob o mote “memória, resistência e futuro”. A proposta é, segundo o diretor Cultural e Captador de Recursos da Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, Diego Oliveira, gerar reflexão sobre os cuidados com o envelhecimento da comunidade e também da necessidade de celebrar as histórias deste grupo.
Em entrevista ao Jornal Eldorado, Oliveira reforça que a comunidade tem vulnerabilidades históricas e, ao chegar à terceira idade, essa parcela da população enfrenta outros desafios: solidão, barreiras no acesso à saúde, escassez de políticas públicas, falta de rede de apoio e até mesmo a volta ao armário. “Neste ano tive extrema dificuldade de encontrar uma DJ com mais de 60 anos, porque elas não sobrevivem”. O diretor cita como exemplo centros de acolhida de idosos que ainda não aceitam casais homoafetivos, que são obrigados a viverem separados no fim da vida.

Petróleo recua, mas incerteza continua: “Depende da duração da guerra”, diz Adriano Pires
11:18

EUA e Israel x Irã: guerra entra na 2ª semana sem perspectivas de negociação; ouça especialista
14:15

Ministros do Supremo correm risco de impeachment por conexões com Vorcaro? Ouça análise
15:31