O esquema das “escolas fake” no Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação (FNDE) se alimenta de emendas do orçamento secreto, o que inviabiliza que as mais de 2 mil novas obras prometidas pelo governo saiam do papel. O mecanismo de direcionamento de recursos públicos com base em critérios políticos e sem transparência não garante a continuidade de repasses. O FNDE só tem em caixa R$ 113 milhões para tocar as 2 mil obras que o governo anunciou em redutos de aliados em detrimento da conclusão de 3,5 mil obras inacabadas pelo País. Ao todo, o governo precisa aplicar R$ 7,6 bilhões para dar conta das antigas e futuras construções. Para o economista Felipe Salto, diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente do Senado Federal e colunista do Estadão, o Brasil precisa de uma reforma orçamentária e fiscal para acabar com o que ele chamou de “disputa sangrenta por cada fatia do orçamento”. Acompanhe a entrevista do especialista à Rádio Eldorado.

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