Somente uma vacina capaz de atuar no núcleo do coronavírus será capaz de neutralizar todas as sub variantes em circulação e que impulsionam a quarta onda de contaminação em várias partes do planeta. A boa notícia é que grupos de cientistas ao redor do mundo já estudam o desenvolvimento do super imunizante. A má é que os testes ainda estão em fase inicial, explica José Eduardo Levi, virologista da rede DASA. Segundo o médico, hoje há maneiras de se reconhecer no vírus algo que nunca vai mudar, algo que é essencial para sua existência. A vacina atuaria contra esse pedaço do vírus conservado em todas as variantes. Será uma dose mais estável e que poderá fazer a gente pensar em erradicação, quem sabe, a partir do o ano que vem”, pondera Levi em entrevista à Rádio Eldorado.

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