Uma apuração feita pelo Estadão mostrou que candidatos-fantasmas foram usados por diversos partidos para cumprir cotas de candidaturas, especialmente de mulheres, para conseguir parte do dinheiro reservado para as campanhas pelo Fundo Eleitoral. A mudança do modelo de financiamento para essa eleição gerou um crescimento enorme do montante, de quase R$ 5 bilhões no pleito deste ano. Há também registros de gastos inflados em campanhas, com a contratação de cabos eleitorais com salários de até R$ 80 mil. Para o presidente do Instituto Não Aceito Corrupção, Roberto Livianu, é preciso rediscutir os critérios de financiamento público das campanhas eleitorais e reforçar a fiscalização da destinação dos recursos. Em entrevista à Rádio Eldorado, ele disse que os valores são aprovados “de maneira autoritária e tirânica” e defendeu que a mudança da situação começa pelo voto.

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