O especialista em gestão de risco, Leonardo Farah, explica que os desastres são previsíveis, reincidentes e cada vez mais intensos. Isso ocorre principalmente por causa das mudanças climáticas. O Recife, por exemplo, é a capital brasileira mais ameaçada por esses fenômenos, segundo relatório da Organização das Nações Unidas.
Em entrevista à Rádio Eldorado, Leonardo alerta para a importância da instrução dos moradores que vivem em áreas de risco, sem abrir mão do planejamento urbano das cidades. Ressalta, ainda, que o ano eleitoral deve ser oportunidade para o brasileiro cobrar nas urnas políticas públicas que evitem novas catástrofes:
O Brasil acumula ao menos 507 mortes por temporais desde o fim de 2021. Trata-se do período de chuvas com mais mortes desde 2011, quando deslizamentos de terra fizeram 918 vítimas só na Região Serrana do Rio. O balanço é do Ministério do Desenvolvimento Regional.

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