Miguel Morgado revisita a infância numa Setúbal marcada pela revolução, explica como se tornou um homem de direita num bastião comunista e recorda os anos mais difíceis da Troika ao lado de Pedro Passos Coelho. Analisa ainda o estado da democracia portuguesa e pelo caminho, fala da perda da fé, da ascensão do Chega, das responsabilidades de Rui Rio, da cultura woke e do futuro do país.

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