Dos primeiros passos no humor às histórias de bastidores da televisão, João Paulo Rodrigues revisita momentos marcantes da carreira, fala das piadas que correram mal e da pressão de fazer rir. Pelo caminho, reflete sobre os limites do humor, a liberdade para brincar com tudo e a dificuldade crescente das pessoas se rirem de si próprias.

Maria João Ruela: “O escrutínio no caso das gémeas foi o pior momento da minha vida profissional. Eu sou uma pessoa séria”
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Júlia Pinheiro: “Nunca fui a mulher ideal da televisão, mas aos 63 anos continuo no ar. E não estava à espera”
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Blaya: “Toda a gente conhece a Blaya, mas só tive dois concertos num ano. Como é que se vive assim?”
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