Maria João Ruela partilha a sua experiência no jornalismo e a passagem pelo Palácio de Belém, onde passou de fazer perguntas a gerir respostas. Entre bastidores do poder, pressão mediática e decisões invisíveis, reflete sobre o que mudou no olhar sobre os media, os limites do escrutínio e os momentos mais exigentes da sua carreira, incluindo o impacto pessoal de estar no centro da notícia.

Pedro Benevides: "A degradação do espaço político é real e nós, jornalistas, também temos responsabilidade nisso"
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Poeta da Cidade: “Disseram-me que não havia espaço para poesia. Então aprendi a fazer um livro sozinho”
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Maria João Avillez: Sou uma mulher conservadora, mas não sou reacionária. É como ter os olhos castanhos”
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