Prevenir é melhor que remediar e, provavelmente, dos ditados populares mais consensuais. Todos sabemos que é melhor evitar uma doença do que ter de a tratar. Ainda assim, 70 a 80% das doenças que mais contribuem para a perda de qualidade de vida em Portugal são doenças que poderiam ser evitadas.
Afinal, sabendo tudo o que sabemos, porque é que é tão difícil prevenir? Porque é que continuamos a correr atrás do prejuízo? E o que é que depende de nós? O que é que depende do Estado e das políticas de saúde pública? E o que é que não depende de ninguém?
Para nos ajudar a entender este paradoxo, Margarida Santos conversa com Miguel Arriaga, diretor dos Serviços de Prevenção e Promoção da Saúde da Direção-Geral de Saúde.

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