“E então alguém me deu um cocktail. Eu bebi-o e o rosto do universo subitamente mudou. De repente, conseguia falar com à vontade. Senti-me parte da vida, porque o álcool libertou-me de mim próprio, deste sentimento consumidor de inferioridade em relação aos outros”, este é o relato de Bill Wilson, fundador do grupo de alcoólicos anónimos.
Mas o que é que torna um cocktail, que começa por uma sensação prazerosa, numa dependência com efeitos nocivos e capaz de nos isolar do mundo?
Para nos falar sobre dependência do álcool e outras drogas, Magarida Graça Santos convida o médico psiquiatra Miguel Vasconcelos, coordenador do Centro das Taipas.

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