Nas últimas décadas, a França manteve uma presença política, económica e militar significativa em várias regiões de África, sobretudo nos seus antigos territórios francófonos da África Ocidental. Contudo, este cenário tem vindo a sofrer uma transformação rápida, marcada por golpes de Estado no Sahel, pela expulsão de tropas francesas e pelo reforço da influência de novos actores internacionais, como a Rússia e a China.
Perante este contexto, o presidente francês Emmanuel Macron procura redefinir a estratégia de actuação da França no continente africano, promovendo aquilo a que o seu governo chama uma “parceria renovada”.
Nesta entrevista, analisamos com Dr.Crispim Senga, especialista em relações internacionais o significado desta mudança de postura, os seus limites e os impactos para a geopolítica africana e global.

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