Os cortes no financiamento internacional estão a colocar uma nova pressão sobre os programas de combate ao VIH/SIDA, à malária e à tuberculose. Segundo o Global Fund, os serviços de prevenção foram mais afectados do que os programas de tratamento, numa altura em que vários países dependem do apoio internacional para responder a estas três doenças.
Embora os programas de tratamento tenham conseguido manter grande parte dos serviços em 2025, a redução das acções de prevenção poderá ter consequências nos próximos anos, aumentando o risco de novas infecções e dificultando o combate a estas doenças como ameaças de saúde pública.
Para compreender melhor as consequências e possíveis soluções, conversamos com E Dr.Eric Pereira dos Santos, médico angolano.

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