A Guiné-Bissau prepara-se para um momento político de grande importância, com o referendo constitucional marcado para 30 de agosto. O PAIGC rejeita a realização da consulta e apelou ao boicote, questionando a legitimidade das autoridades de transição, as condições em que o referendo está a ser organizado e a própria validade da Lei do Referendo.
O partido denuncia ainda restrições às atividades políticas, alegadas ameaças contra opositores e possíveis incompatibilidades com as normas da CEDEAO sobre democracia e boa governação. Para analisar as implicações desta decisão, conversamos com Dr.Fransual Dias, jurista e analista político guineense .

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