A Mozal, uma das maiores fundições de alumínio em África e a maior indústria de Moçambique, anunciou a suspensão da atividade a partir de 15 de março de 2026, devido a um diferendo sobre o fornecimento de energia elétrica. A empresa, controlada pela australiana South32, já comunicou ao comité sindical o início de um processo de despedimento coletivo e apresentou um pacote de indemnizações e compensações para os trabalhadores afetados.
Nesta entrevista com Salvado Raisse, economista moçambicano, vamos analisar o impacto económico desta decisão, as implicações para o setor energético e industrial, e o que este caso revela sobre a política económica e o futuro da indústria em Moçambique.

Missão da ONU no Sudão aponta para “actos de genocídio” em El Fasher
10:33

Crescimento do cibercrime em África expõe fragilidades estruturais
09:37

Desempenhado de Angola na mediação do conflito no Leste da RDC
11:09