Em Moçambique, os profissionais de saúde representados pela APSUSM mantêm a greve iniciada em janeiro, exigindo melhorias urgentes nas condições de trabalho, pagamento de subsídios em atraso e fornecimento regular de material médico. A associação afirma que só aceitará suspender a paralisação mediante propostas escritas do Governo com valores e prazos claros. Para compreender as motivações da greve, o impacto no sistema nacional de saúde e as perspetivas de solução, vamos conversar com o presidente da presidente da Associação dos Profissionais de Saúde Unidos e Solidários de Moçambique, APSUSM, Anselmo Muchave.

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