Na 39.ª cimeira da União Africana, os chefes de Estado reafirmaram uma política de “tolerância zero” perante mudanças inconstitucionais de governo e sublinharam a necessidade de intensificar os esforços para pôr termo aos conflitos no continente.
A situação na Guinea-Bissau, suspensa da União Africana após o golpe de Estado de Novembro de 2025, esteve igualmente em destaque, com apelos ao regresso à ordem constitucional.
Para analisar o significado político destas decisões e os desafios que se colocam à organização continental, conversamos com o analista político Dr.Fransual Dias, jurista e analista político guineense.

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