A Assembleia-Geral da ONU aprovou uma resolução histórica que reconhece o tráfico transatlântico de africanos escravizados como “o crime mais grave contra a humanidade” e apela a reparações e pedidos formais de desculpa. A iniciativa, liderada pelo Gana, reuniu amplo apoio internacional, mas também expôs divisões profundas, com países como os Estados Unidos a votarem contra e várias nações europeias, incluindo Portugal, a optarem pela abstenção.
Para analisar o alcance político e diplomático desta decisão, entrevistamos Dr.Fransual Dias, jurista e analista político guineense.

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