A decisão do Governo moçambicano de reduzir o tempo lectivo de 45 para 40 minutos em várias escolas do país continua a suscitar forte debate público. A medida, associada à introdução de três turnos para acomodar alunos menores de 18 anos que anteriormente frequentavam o período nocturno, é defendida pela ministra da Educação e Cultura, Samaria Tovela, que sustenta que a qualidade das aulas é mais determinante do que a sua duração. Contudo, especialistas, professores e encarregados de educação alertam para possíveis impactos negativos no processo de aprendizagem, na organização escolar e no acompanhamento pedagógico. Para analisar os fundamentos e as implicações desta decisão, conversamos com Iracema Wamusse, psicologa,educacional.

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