Na Guiné-Bissau, a decisão do Alto Comando Militar de obrigar os partidos políticos a afastarem as suas sedes de órgãos de soberania, unidades militares, hospitais e representações diplomáticas está a gerar contestação. A medida estabelece uma distância mínima de 500 metros e dá aos partidos abrangidos sete dias úteis para procederem à mudança. O PAIGC considera a resolução ilegal e questiona a legitimidade do órgão militar para tomar esta decisão.
A determinação afecta directamente o PAIGC e o MADEM-G15, cujas sedes nacionais estão localizadas nas proximidades do Palácio Presidencial.
Para perceber as implicações desta decisão e o que ela representa para o processo político guineense, vamos conversar com Muniro Conte, porta-voz do PAIGC, PAI e Terra Ranka.

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