Nesta terça-feira, o Conselho Nacional de Transição da Guiné-Bissau aprovou uma nova Constituição, que altera profundamente a estrutura política do país, concentrando mais poderes no Presidente da República. Trinta anos depois da aprovação da Constituição anterior, que estabelecia um regime semipresidencialista, esta nova versão confere ao Presidente da República a função de chefe do Governo, com o direito de nomear o primeiro-ministro, os ministros e outros membros do executivo, além de lhe atribuir o poder de dissolver a Assembleia Nacional. Para compreendermos melhor as implicações desta mudança e os possíveis impactos no futuro político da Guiné-Bissau, temos connosco Dr.Fransual Dias, jurista e analista político guineense, que irá partilhar a sua perspetiva sobre a situação.

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