O antigo primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Baciro Djá, voltou ao centro do debate político após quebrar meses de silêncio sobre os acontecimentos de 26 de novembro, data em que um alegado golpe de Estado levou à destituição do então Presidente, Umaro Sissoco Embaló, e interrompeu o processo eleitoral no país. Durante uma conferência de imprensa realizada em Bissau, Djá afirmou que a Plataforma Republicana não estaria distante dos acontecimentos que culminaram com a tomada de poder pelos militares. Pouco depois das declarações, o líder da Frente Patriótica de Salvação Nacional foi detido pela polícia e conduzido a uma esquadra da capital, sendo libertado algumas horas mais tarde. Para analisar este cenário político, ouvimos Dr.Fransual Dias, jurista e analista político guineense.

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