As cheias que atingiram Moçambique nos últimos meses deixaram um rasto de destruição sem precedentes, afetando mais de um milhão de pessoas e, sobretudo, crianças que representam cerca de metade das vítimas. A crise, classificada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) como uma “emergência profundamente infantil”, expôs fragilidades críticas nos sistemas de água, saneamento, saúde e proteção infantil, agravando riscos já elevados de desnutrição, doenças infecciosas e interrupção da educação.
Para compreender melhor a dimensão desta crise e as prioridades de intervenção, conversamos com Cláudio Julaia, especialista em Emergências da UNICEF, que analisa os impactos imediatos e de longo prazo desta catástrofe sobre as crianças moçambicanas.

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