O número de trabalhadores humanitários mortos, feridos ou sequestrados atingiu níveis alarmantes em 2025. Segundo dados da ONU, 907 trabalhadores humanitários foram vítimas de ataques no ano passado, dos quais 350 perderam a vida. Gaza foi o local mais mortal, seguida pelo Sudão, enquanto a crescente utilização de drones armados em vários conflitos está a aumentar os riscos para quem presta assistência às populações afetadas.
Para analisar este cenário e perceber o que está por detrás do aumento da violência contra trabalhadores humanitários, conversamos com Marcus Vinicius de Freitas, docente da Universidade de Relações Internacionais da China.

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