Na Guiné-Bissau, começa hoje uma campanha nacional destinada a explicar aos cidadãos as alterações propostas na nova Constituição da República.
Dentro de pouco mais de duas semanas, a 30 de agosto, os guineenses vão às urnas para decidir, através de referendo, se o novo texto constitucional deve entrar em vigor.
O processo ocorre num contexto político particularmente delicado, depois da interrupção do processo eleitoral e da instalação de um Conselho Nacional de Transição na sequência da tomada do poder pelos militares.
Para perceber o conteúdo e as possíveis consequências desta reforma constitucional, conversamos com com Santos Nuno Mustas, analista politico guineense.

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