Nos últimos dias, a província de Cabinda voltou a ocupar o centro do debate político angolano, na sequência do anúncio de um cessar-fogo unilateral por parte da Frente de Libertação do Estado de Cabinda – Forças Armadas Cabindesas (FLEC-FAC), e da rendição pública de vários membros seniores do seu comando militar.
A deserção destes elementos, apresentada em conferência de imprensa em Luanda, foi justificada pelas duras condições de vida nas matas, pela falta de apoio logístico e pelas promessas não cumpridas pela liderança do movimento. Em reacção, o Governo de Angola nega a existência de qualquer conflito armado em Cabinda, rejeita qualquer negociação com a FLEC-FAC e critica a cobertura mediática da RTP, a quem acusa de divulgar informações falsas e sensacionalistas.
Convidámos para esta conversa o presidente da Frente de Libertação do Estado de Cabinda - Forças Armadas de Cabinda (FLEC-FAC),Emmanuel Nzita para nos ajudar a compreender o verdadeiro alcance destes desenvolvimentos.

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