A greve dos professores na província de Cabinda está a paralisar escolas em oito dos dez municípios, deixando milhares de alunos sem aulas nos diferentes níveis de ensino, do pré-escolar ao secundário.
A paralisação foi decidida em assembleia de trabalhadores e surge na sequência de um caderno reivindicativo remetido ao Governo Provincial em Dezembro passado. Em causa estão os subsídios de isolamento para docentes colocados em zonas recônditas, bem como o pagamento dos respectivos retroactivos.
Para esclarecer as razões desta paralisação e os próximos passos do sindicato, ouvimos Rosalina Antonio Kanga, professor e membro do SINPR.

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