Os futuros do Nasdaq puxam a baixa das bolsas americanas, acompanhando uma queda de índices globais liderada por ações de fabricantes de chips que estiveram no centro da forte alta impulsionada pela inteligência artificial. O temor é que a valorização desse papéis tenha ido longe demais. Em Seul, as gigantes de memória SK Hynix e Samsung tiveram quedas de mais de 10%, provocando até uma interrupção das negociações. Entre as commodities, o petróleo estende baixa com sinais de progresso rumo a um acordo para encerrar a guerra no Irã que inclui licença de 60 dias dos EUA para a venda de parte do petróleo bruto e dos combustíveis produzidos pela República Islâmica. De São Paulo, Matheus Piovesana fala sobre a busca de bancos brasileiros por lições no México com PCC e CV nomeados terroristas. E Ana Mano traz notícias sobre o mercado de café. Com Patricia Xavier e produção de Gisele Fernandes e Meg Lopes.

Lula mantém vantagem sobre Flávio em pesquisa Datafolha; conservador aliado dos EUA vence eleição na Colômbia; Irã aponta avanço nas negociações com governo americano e petróleo recua; Vale convoca assembleia para discutir destituição de presidente do conselho
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EUA e Irã adiam negociação de acordo de paz definitivo; Elliott e SVP Global compram dívida da Braskem, segundo fontes; Daniela Milanese conta como foi a reação do mercado ao tom do comunicado do BC e Martha Beck fala sobre a distância entre governo e mercado financeiro
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Petróleo recua e bolsas sobem com entrada em vigor de acordo EUA-Irã; Banco Central corta Selic e deixa próximos passos em aberto; Braskem enfrenta resistência de credores para plano de reestruturação extrajudicial, segundo fontes; Cristiane Lucchesi fala sobre o desafio da gestora IG4
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