O petróleo recua com a entrada em vigor de um acordo provisório entre EUA e Irã, que coloca o foco na velocidade com que o tráfego pelo Estreito de Ormuz será ampliado. O Brent cai perto de 2% e opera no patamar de US$ 78 o barril. O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou o acordo perto de Paris e o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, afirmou que as sanções ao país devem ser suspensas imediatamente. Por aqui, o Banco Central cortou a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,25%, e deixou os próximos passos da política monetária em aberto. Chamou a atenção de economistas um novo parágrafo no comunicado que indicou uma rolagem do horizonte relevante, do atual quarto trimestre de 2027 para o primeiro trimestre de 2028, quando a inflação estaria abaixo da meta. Braskem enfrenta resistência de credores para plano de reestruturação extrajudicial, segundo fontes. E Cristiane Lucchesi fala sobre o desafio da gestora IG4. Com Patricia Xavier e produção de Gisele Fernandes.

Ações globais recuam com venda de papéis de tecnologia e dúvidas sobre gastos com IA; petróleo estende baixa com avanço em acordo e permissão de venda de parte do petróleo iraniano; Matheus Piovesana fala sobre a busca de bancos brasileiros por lições no México; Ana Mano traz notícias sobre o mercado de café
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Lula mantém vantagem sobre Flávio em pesquisa Datafolha; conservador aliado dos EUA vence eleição na Colômbia; Irã aponta avanço nas negociações com governo americano e petróleo recua; Vale convoca assembleia para discutir destituição de presidente do conselho
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EUA e Irã adiam negociação de acordo de paz definitivo; Elliott e SVP Global compram dívida da Braskem, segundo fontes; Daniela Milanese conta como foi a reação do mercado ao tom do comunicado do BC e Martha Beck fala sobre a distância entre governo e mercado financeiro
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