Na semana em que o país ardeu como se fosse uma fatalidade ter de arder e em que voltaram a morrer bombeiros que combatiam os fogos e pessoas que defendiam os seus bens, o Conselho de Ministros reuniu presidido por Marcelo Rebelo de Sousa e deliberou decretar a situação de calamidade. Solidariedade estratégica, assim lhe chamou o Presidente da República.
Solidário, mas com Ursula Von der Leyen, foi também o presidente Macron que aceitou trocar de comissário. Ele que também procura solidariedades na Assembleia Nacional francesa para que o seu escolhido, Michel Barnier, possa formar governo.

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