Para Zelensky e para a Ucrânia não é igual ganhar Donald Trump ou Kamala Harris. Para Netanyahu também não. Nem para a Europa. Nos quatro cantos do mundo, talvez como nunca, há um interesse muito grande sobre o que vai acontecer no dia 5 de novembro, nos Estados Unidos da América. A democracia norte-americana não será perfeita, como não é nenhuma outra, mas importa que continue a ser vista como um exemplo para o mundo. E é sobre ela que vamos conversar.

Marques Lopes: “Ventura um dia será primeiro-ministro, com a ajuda de Cotrim e de Montenegro, se este não fizer nada na segunda volta”
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Pedro Siza Vieira: “Ventura tem o seu rebanho e os seus eleitores não seguem outro pastor”
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2026: Com um novo Presidente haverá mais ou menos estabilidade? E a economia pode sofrer abalos vindos de fora?
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