Na ressaca da eleição de Trump, ficamos a saber que a vitória dos republicanos tinha sido em toda a linha e fomos sabendo como vai ser composta a equipa da Casa Branca. Em grande destaque Elon Musk e a plutocracia ao mais alto nível.
Para a Europa era impossível imaginar pior, já que, para lá da eleição de Trump, a crise política na Alemanha deixa os europeus à beira de um ataque de nervos.
Por cá, a operação “Portugal Sempre Seguro”, no Martim Moniz, anunciada pelo ministro da Presidência como fazendo parte de uma instrução dada às forças de segurança para reforçarem a fiscalização contra a imigração ilegal, apanhou um imigrante em situação irregular.
Onze foram os mortos associados ao excessivo tempo de espera por socorro, resultado da greve no INEM. Ninguém pode afirmar uma ligação directa entre todos os acontecimentos, mas o alarme social que a situação criou acabou por se transformar numa crise política em que, para a culpa não morrer solteira, foi atirada para cima da secretária de Estado da Gestão da Saúde.
A opinião que conta é do Pedro Marques Lopes e Pedro Siza Vieira.

Siza Vieira sobre André Ventura: “Imaginem o que é ter um incendiário que gosta do Trump a torpedear o governo do país”
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Marques Lopes: “Ventura um dia será primeiro-ministro, com a ajuda de Cotrim e de Montenegro, se este não fizer nada na segunda volta”
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Pedro Siza Vieira: “Ventura tem o seu rebanho e os seus eleitores não seguem outro pastor”
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