Mário Centeno é o convidado especial deste episódio e garante que quer ser reconduzido no cargo de governador do Banco de Portugal, embora não feche a porta a outras opções. Questionado sobre a possibilidade de uma candidatura presidencial, o governador lembra que, “como as instituições, os momentos devem ser respeitados”, admitindo também que haverá um momento em que “todos terão de tomar decisões”.
Nesta conversa, em que participam como sempre os comentadores residentes, Pedro Siza Vieira e Pedro Marques Lopes, Mário Centeno volta a mostrar-se defensor de que a discussão de matérias com impacto orçamental deve acontecer apenas no momento em que se discute todo o Orçamento do Estado, para que seja possível aferir “todos os equilíbrios” necessários. O governador lembra que as regras europeias implicam que a margem orçamental que existe “é contabilizada seja em aumentos de despesa, seja em reduções de receita discricionária, sem ligação com o ciclo económico”

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