

Rejeitado e mal-amado. O estilo Naïf demorou a ser aceite
É uma arte "fácil, ingénua e colorida" que só se consagrou depois de Matisse e Picasso reconhecerem o seu valor. 62 quadros estão em exposição no Sátão, fruto da doação do banqueiro Hermínio Ferreira.

Quem está a imaginar uma mulher a conduzir um barco?"
As mulheres sempre tiveram “muita vontade de singrar e fazer caminho”. Essas histórias são contadas em ambientes cénicos dentro de cubas nas paredes do Centro Interpretativo da Mulher Duriense.

Ferreiria foi crucial para o Douro, mas a tia Joana também
Mulheres anónimas estão na base do desenvolvimento económico da região. A "Senhora do Douro" não teria, certamente, eternizado o Vinho do Porto sem as muitas uvas colhidas pela tia Joana Caracola.

Património imaterial do Douro contado e cantado pela mulher
Entrar nas campânulas sonoras do Centro Interpretativo da Mulher Duriense é também entrar dentro das memórias de infância e juventude das “meninas que tiveram que se fazer mulheres à pressa”.

O que é ser mulher? Saia da caixa e escreva no Post-It
Uma “black box” no meio do Centro Interpretativo da Mulher Duriense convida a refletir sobre o poder da palavra. Se não encontrar o que procura, pode contribuir para a reflexão fora da caixa.

As mulheres também se esforçaram, mas não comeram “bacalhau”
Fotografias do século XX mostram que a mulher do Douro sempre foi "moldável". Liderou as lides domésticas e trabalhou "no duro", sol a sol. Mas no estômago, a comida era escassa e pouco nutritiva.

O pai das Pontes é “filho adotivo” de Resende
Foi autor das mais belas pontes portuguesas. A sua musa? A engenharia. Hoje, o espólio de Edgar Cardoso está exposto no Museu Municipal de Resende, oferecido pela família, conta Inês Correia.

Os rostos da democracia numa sala em Resende
Azul da censura e vermelho do sangue derramado. As cores que dão vida ao trabalho de Mafalda Rocha, em exposição até 31 de maio, que destaca as mulheres, que ficaram em segundo plano após o 25 de abril.

Cereja do Douro “é a melhor do mundo e arredores”
Entre histórias e lendas, conta-se, em Resende, que a cereja veio pela mão de um imigrante nos anos 30. É dos lugares onde mais se produz o fruto, graças ao clima frio que contribui para o sabor doce.

Mestre Joaquim, o último oleiro de barro negro em Resende
O artesão não sabia ler, nem escrever, mas “contava histórias como ninguém”, refere Inês Correia. Entre as peças expostas no Museu Municipal de Resende, está o Cristo que ganhou um prémio nacional.