Neste episódio, Margarida de Magalhães Ramalho e Lourenço Pereira Coutinho conversam a propósito do ano de 1826 em Portugal. A 2 de março, o rei D. João VI adoeceu com gravidade. Circularam então notícias desencontradas sobre os motivos da sua enfermidade e, depois, se o rei terá morrido de facto a 10 de março, ou dias antes, tendo a sua morte ficado em segredo. Certo é que, a partir de então, correram rumores de que D. João VI terá sido envenenado. Com os seus dois filhos — D. Pedro e D. Miguel — fora de Portugal (respetivamente, no Brasil e no império austríaco), D. João VI terá partido ainda com a esperança de que os laços entre Portugal e o Brasil não fossem definitivamente cortados. O que estava então politicamente em causa e quais os partidos que se combatiam na corte portuguesa? O que se passou na semana em que D. João VI adoeceu fatalmente? Quem podia ter interesse na morte do rei? Por fim, qual o grande objectivo que D. João VI pretendia preservar e que justificou muitas das suas atitudes?

“Sangue, suor e lágrimas”: a vida de Winston Churchill, a grande figura da II Guerra Mundial
1:09:39

De criança “enclausurada” a regente de Portugal: a rainha Catarina de Habsburgo, avó e tutora de D. Sebastião
57:12

O contributo da Companhia de Jesus no ensino católico secular em Portugal nos séculos XVII e XVIII
56:20