Neste episódio, Henrique Monteiro e Lourenço Pereira Coutinho conversam sobre a época de maior instabilidade política da época da Regeneração, aquela que medeia entre a queda do governo de “fusão”, em janeiro de 1868, e a nomeação do governo regenerador de Fontes Pereira de Melo, em setembro de 1871. Em pouco mais de três anos e meio, sucederam-se 6 governos e as Cortes foram dissolvidas por 5 vezes. O “primeiro de janeiro” de 1868 pôs fim ao governo de “fusão" entre regeneradores e históricos, uma espécie de “bloco central” da época da Regeneração, muito contestado pela sua política fiscal e reforma administrativa. Seguiu-se um período de grande instabilidade, com a contestação a ser protagonizada por figuras heterodoxas como o bispo de Viseu, que reclamava reformas políticas e “economias” nas contas públicas. Quais as causas desta instabilidade? Como foi esta gerida e como terminou?

Portugal há 200 anos: a enigmática morte de D. João VI, a sua sucessão e a outorga da Carta Constitucional
55:02

O contributo da Companhia de Jesus no ensino católico secular em Portugal nos séculos XVII e XVIII
56:20

Os 70 anos da Fundação Calouste Gulbenkian e a vida do seu instituidor, o “homem mais rico do mundo”
1:02:14