

A lenda da moura encantada e os “bugalhos” de ouro
Era do bugalho – “noz-de galha”, como lhe chamavam – que se extraía a tinta que se usou longo tempo na escrita de pergaminhos. Hoje conta-se uma lenda que mete bugalhos e uma moura encantada.

João Torto, de Viseu... somos todos nós!
Relembra-se o insensato Ícaro beirão, com as asas ultra leves que construiu e às quais se atou, das torres da Sé de Viseu se lançou e a estátua no Museu do Ar, em Sintra, que o imortalizou.

Nª Srª dos Remédios (Lamego), num texto de Aquilino
Aquilino Ribeiro estreia-se aos 23 anos na revista “Serões”, com um texto sobre o Santuário de Nª Srª dos Remédios, em Lamego, com a grande igreja, escadório monumental, fontes, grutas e paisagem.

Aquilino Ribeiro – o rasto do escritor sobre Viseu
O autor relembra que ninguém celebrou Viseu como Aquilino Ribeiro, enumera uma série de livros onde o escritor a menciona, e onde lhe chama prazenteira, amável, buliçosa, jucunda.

As Novenas à Srª da Lapa em 1900
Além do Padre Baldomero, Aquilino evoca também o Padre Francisco Pinto Ferreira, Capelão do Santuário da Lapa e Director do Colégio da Lapa, que o escritor frequentou.

Aquilino Ribeiro e o Padre Baldomero Ciriza
Na obra “Andam Faunos pelos Bosques” apresenta-se este frade espanhol da Ordem dos Missionários do Coração de Maria, que tanto comovia os romeiros na Novena de S. Barnabé em 1900.

O Chafariz dos Clérigos na Senhora da Lapa
Na mítica aldeia da Lapa, além do santuário e do colégio dos jesuítas, fala-se do chafariz de 3 bicas, de 1734, que saciava romeiros, alunos, padres, pastores e o povo em geral.

As “sopas” de Aquilino nas Terras do Demo
A propósito do último “Festival das Sopas”, em Sernancelhe, evocam-se os vários caldos mencionados por Aquilino Ribeiro na sua obra.

Rosto e olhos de espanto: as criações de Sérgio Amaral
Lembramos Sérgio Manuel do Couto Amaral, o mestre modelador de Mangualde, que ficou famoso pelos “matarrachos”, pelas “virgens do Ó”, pelas criaturas de espanto.

As rotas da castanha e do castanheiro
Relembra-se a “Roda das Estações”, quando ainda eram bem marcadas, e as jornadas a pé, as feiras e romarias, a descoberta da Natureza (que em boa hora voltou a ser moda)