Na Universidade do Algarve, um grupo de investigadores está a tentar compreender melhor a plasticidade do gliobastoma, um tumor muito agressivo, de forma a poder combatê-lo mais eficazmente.
Na Universidade do Algarve, um grupo de investigadores está a tentar compreender melhor a plasticidade do gliobastoma, um tumor muito agressivo, de forma a poder combatê-lo mais eficazmente.