As estatísticas são conhecidas. As mulheres têm uma taxa de qualificação superior à dos homens, mas ganham pior (para funções iguais) e são mais precárias. Na hora de chegar a cargos de responsabilidade, têm a vida mais dificultada (e, quanto maiores as empresas, pior). O tema é antigo, as soluções demoram a produzir efeitos, e a questão suscita preocupação entre os jovens. Marta Everard e Rita Mendes, alunas da Nova SBE e membros do clube Women on Board, explicam como perspetivam o seu futuro laboral

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