Com o aparente fim das negociações da revisão laboral em concertação social, o Governo deverá virar-se para a Assembleia da República para dar seguimento ao processo e foi isso mesmo que o Chega e a Iniciativa Liberal (IL) já incentivaram Luís Montenegro a fazer rapidamente. Reagindo à notícia de que a UGT rejeitou a proposta do executivo, o presidente do Chega mostrou-se disponível para apoiar o Governo a fazer passar uma nova lei laboral "nas próximas semanas ou meses", mas impõe algumas condições. Vai o Chega dar a mão ao Governo para que a reforma da legislação laboral avance?

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