O presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, promete equidistância e acredita que "consensos são possíveis. Reitera o social-democrata que "enquanto deputado" tem uma "ideia política e militância", mas enquanto presidente do Parlamento guarda "reserva das opiniões" e tem um regimento "para cumprir e fazer cumprir". Diz também Aguiar-Branco que enquanto deputado faz o seu juízo, mas enquanto presidente "tem dever de garantir" que as opiniões são ouvidas, "especialmente quando não concorda" com elas. Mas onde está o limite entre respeitar opiniões diversas e tolerar insultos na Assembleia da República?

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