Semblantes carregados, gravatas pretas, sem espaço para perguntas, o primeiro-ministro Luís Montenegro e o presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, dirigiram-se ao país para, não apenas expressar a dor e as condolências sobre o trágico acidente com o Elevador da Glória, mas também para prometer rapidez nas investigações e avisar que o acidente não deve ser usado para aproveitamento político.

O CDS é "um viveiro de talentos" ou trocaram o filme a Nuno Melo?
10:58

Portugal "de cócoras" é o melhor amigo de Trump
08:53

Quando Ventura não grita está disposto a negociar?
08:40