Semblantes carregados, gravatas pretas, sem espaço para perguntas, o primeiro-ministro Luís Montenegro e o presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, dirigiram-se ao país para, não apenas expressar a dor e as condolências sobre o trágico acidente com o Elevador da Glória, mas também para prometer rapidez nas investigações e avisar que o acidente não deve ser usado para aproveitamento político.

Luís Montenegro não vai de férias em penitência pelas idas ao Mundial?
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Seguro esteve bem na crise dos exames?
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Porque é que o Governo gosta mais de Fernando Alexandre do que Luís Neves?
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