Depois de dizer que "não se consegue fazer tudo em alguns meses, mas consegue fazer-se o que não se fez em muitos anos", Luís Montenegro argumentou que este Orçamento do Estado "reflecte um amplo diálogo social, com parceiros sociais, com representantes das autarquias locais e regiões autónomas". "Todos temos um foco comum, um serviço para as pessoas sem enviesamento ideológico." Segundo Montenegro, este Governo encontrou "um Estado social debilitado, desvalorização dos funcionários públicos e desinvestimento". "De que valia tantos impostos se os serviços públicos definhavam? Para que serviam as contas certas? Para este Governo, há vida e objectivos além do excedente orçamental", atira.

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