Quase tudo separou Pedro Nuno Santos e Mariana Mortágua no frente a frente desta terça-feira, da defesa à imigração, passando pela habitação. Apesar da discordância no essencial dos temas debatidos, foi o apelo final do líder do PS ao voto útil que levou a divergência a subir de tom. Pedro Nuno deu a entender que só governaria se vencesse as eleições e a coordenadora do Bloco de Esquerda, apesar de não ter gostado do pedido para que não sejam dispersados votos à esquerda, terminou a assegurar que "há sempre" disponibilidade para acordos com os socialistas. O novo tom de Pedro Nuno Santos favoreceu-o?

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