Meio século depois da primeira Festa do Avante!, em entrevista ao podcast Soundbite do PÚBLICO, o secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, recusa medir a influência do seu partido pela bitola exclusiva das urnas e mostra como o partido ainda consegue ser influente nas ruas, mostrando o exemplo do combate ao pacote laboral. Mas também há críticas ao Chega e um surpreendente elogio ao Livre.

Luís Montenegro não vai de férias em penitência pelas idas ao Mundial?
06:03

Seguro esteve bem na crise dos exames?
08:52

Porque é que o Governo gosta mais de Fernando Alexandre do que Luís Neves?
08:08