Directo e com estrondo, sem mencionar nomes, Pedro Passos Coelho criticou os “políticos do mainstream” que vestiram a “casaca do populismo”. Como alerta, o antigo primeiro-ministro sublinhou que, entre o original e a cópia, o “genuíno sempre se manifesta de uma forma muito mais eficaz do que o que é postiço” e que, no fim de contas, o “postiço fica sem nada, como um prostituto sem carácter”. Com André Ventura na plateia, com quem falou sobre o “ritmo” da actividade política, Passos Coelho encarnou uma atitude antipolíticas identitárias e dura com a imigração: “Ao ritmo que as coisas se estavam a processar, qualquer dia, estaríamos, com certeza, a falar não do povo português, nem de cultura portuguesa." O que quer Passos Coelho?

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