A AD preferia que não fosse lançada uma revisão constitucional por considerar que, nesta altura, está longe de ser uma prioridade para o país. Mas, agora que a IL anunciou que irá abrir um processo de mudança da lei fundamental, a coligação PSD/CDS terá mesmo de se posicionar e, sabe o PÚBLICO, não só recusa fechar-se numa negociação à direita, como rejeita estabelecer que qualquer desfecho tenha de ter a concordância do PS. À esquerda, os partidos temem que a direita force uma "mudança de regime", sendo que o PS espera que a AD não abdique do historial de compromisso com os socialistas.

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