No dia em que Marcelo Rebelo de Sousa, no seu derradeiro 10 de Junho como Presidente da República, falou contra os extremismos, o racismo e a xenofobia, dois episódios acabaram a marcar a data: o líder da Mesquita Central de Lisboa, o xeque David Munir, foi atacado verbalmente por homens que estavam num grupo que fazia a saudação nazi, numa comemoração com antigos combatentes, em Lisboa; horas depois houve uma agressão física ao actor Adérito Lopes no Teatro A Barraca, em que terão estado envolvidos membros do grupo de extrema-direita Sangue e Honra.

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