A contraproposta entregue ao líder do PS pelo primeiro-ministro esta quinta-feira configura, como prometido por Luís Montenegro, se não uma “proposta irrecusável”, pelo menos uma proposta difícil de recusar.
No IRS Jovem o Governo deu vários passos atrás no desenho do seu regime e repesca o do Governo de António Costa, com alterações. Quanto ao IRC, em vez de uma redução gradual dos actuais 21% para 15% no fim da legislatura, o Governo propõe uma descida progressiva (em três anos) para 17%, mantendo as derramas.

Seguro aguenta esta carga de trabalhos?
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