Num discurso ao país à hora dos Telejornais, o primeiro-ministro anuciou aquilo que já tinha anunciado, deixando de parte a implementação de cortes fiscias directos no cabaz alimentar ou nos combustíveis, para além da habitual mexida semanal do valor do ISP. Luís Montenegro mostrou-se cauteloso e prefere as contas públicas certas do que apoiar de forma mais robusta os portugueses num período onde os combústeis e o cabaz alimentar continuam a subir. Mas de que serve um país de contas certas se os portugueses estão a ficar sem dinheiro no bolso?

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