Afinal, as novas regras de funcionamento da Câmara de Lisboa para o mandato que agora se inicia sempre foram aprovadas na reunião de vereação desta quarta-feira. E, para que isso acontecesse, Carlos Moedas teve de fazer algumas concessões ao Chega, permitindo assim a viabilização da proposta de novo regimento do órgão até ao fim deste mandato, em 2029. Os partidos da oposição passam a ter um pouco mais de tempo para participarem em relação à primeira versão do documento. Mas perdem tempo de intervenção política. Uma alteração que o gabinete do presidente da autarquia da capital tem defendido em nome de uma “maior agilidade” e “modernização”.

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